2015-05-09
Texto: Carlos A Henriques
Vídeo e Edição: Bruno Domingues
Ao falar-se de qualidade de imagem, tanto na vertente fotográfica, cinematográfica, televisiva ou videográfica, há um elemento capital, a objectiva, cuja escolha estabelece, logo à partida, a qualidade do resultado final, independentemente da marca ou modelo de câmara em uso.

Ao longo dos anos o nome Leica entrou no nosso imaginário enquanto máquina fotográfica de elevada qualidade, desenvolvidas na casa mãe, na Alemanha, encontram-se na primeira linha das existentes no mercado, com o aliciante destas serem fabricadas em Portugal, nas instalações de Famalicão.
As objectivas Leica são feitas à mão, recorrendo-se a um profundo conhecimento por parte dos executantes graças à prática de algumas décadas na arte de fabricar o primeiro elemento na cadeia de captação, processamento e reprodução de imagem.
O nome LEICA deriva do nome do fundador da empresa inicial a Ernest LEItz Gmbh com CAmera, constituída em 1913, a qual se transformou nos dias de hoje em três companhias, nomeadamente a Leica Camera AG, Leica Geosystems AG e Leica Microsystems Gmbh, tendo esta última ficado com a marca Leica e as respectivas licenças das associadas do uso e exploração do nome.

O recurso ao modelo adequado das múltiplas objectivas Leica disponíveis no mercado depende, sempre, do tipo de trabalho a ser executado, sendo estas aplicadas a todo o tipo de câmaras passando pelas RED, Sony, Panasonic ou BlackMagic.
Na nossa ronda pelos stands da NAB 2015 demos de caras com a Leica e não resistimos à tentação de recolher um depoimento da parte de Seth Emmons (CW Sonderoptic/LEICA).
Pela importância do tema voltaremos em breve com uma peça sobre os vários modelos Leica, assim como com uma reportagem das instalações em Portugal.
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